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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cortiça...



No seguimento do lançamento do 4º Fórum Lusiada de Materiais – Materiais Sustentáveis – Sofalca - O Projecto de Investigação “ Os Materiais da Arquitectura”, realizou no dia 24 de Junho de 2010 uma visita à Fábrica da Sofalca em Abrantes.
Esta Iniciativa encontra-se inserida nos objectivos deste Projecto de Investigação, que tenta fazer a ligação entre a Investigação e as indústrias de materiais.

Nesta visita, tivémos o privilégio de conhecer todo o processo de recolha e transformação da cortiça, assim como os métodos utilizados para o efeito.

Para mais informações sobre a sofalca: http://www.sofalca.pt/




Um site para Arquitecto ver.
 http://www.archdaily.com/231481/genius-loci-bates-masi-architects/


Architects: Bates Masi+ Architects
Location: , NY, 
Square Footage: 7,000 sqft
Builder: Davis Builders Inc.
Interior Design: Bates Masi + Architects w/ Victoria Pryor
Landscape Design: Bates Masi + Architects
Custom Furniture: Bates Masi + Architects
Structural Engineer: Steven L. Maresca
Photographs: Michael Moran


Retirado de: http://www.archdaily.com/231481/genius-loci-bates-masi-architects/ doa 4 de Maio de 2012 Às 14h57m.


NO PRÓXIMO DIA 9 DE MAIO DE 2012 REALIZAR-SE-Á A CONFERÊNCIA INTITULADA
"ESPAÇOS COMUNS 
 MÚSICA E ARQUITECTURA"

CONTAMOS COM A PRESENÇA DO MESTRE ARQUITECTO DIOGO ALVIM PARA NOS ANIMAR E FAZER ENTENDER ESTA LIGAÇÃO COMUM ENTRE ARQUITECTURA E MÚSICA. 

NO PASSADO MÊS DE ABRIL CONTAMOS COM O PROF. DOUTOR RICARDO CAMPOS PARA NOS FALAR DO GRAFFITI E DA ARTE URBANA. 
ASSIM, ESTE CICLO DE CONFERÊNCIAS COMPLETA-SE COM A MÚSICA E A ARQUITECTURA. 

NÃO PERCAM. 

quinta-feira, 3 de maio de 2012



Existem certos lugares que por razões circunstanciais acabam por protagonizar acontecimentos de vária índole, nomeadamente no campo das artes, para as quais se podem tentar encontrar justificações sem que no entanto estas forneçam uma resposta plenamente abrangente. E isto porque em dados momentos essas razões tomam a forma de imponderáveis que não se conseguem identificar claramente, mas que no fundo acabam por potenciar o que aí aconteceu, como se de imanências do lugar se tratasse.

De facto, o Convento de Nossa Senhora dos Remédios dos Carmelitas Descalços, hoje também conhecido por Convento dos Marianos, é um desses lugares. Ao longo dos seus quatro séculos de existência – o primeiro templo é do início do Sec. XVII (1613) – foi palco de uma notável sequência de acontecimentos históricos, não só pela sua fundação ser devida a Stª Teresa d´Ávila e pela renúncia dos padres Carmelitas que aí foram tiveram lugar, até à aquisição pela Pulvertaft & Co como forma de salvaguardar os bens da Igreja Lusitana.
Foi já no séc. XX, que parte das suas instalações, entretanto remodeladas, vieram a acomodar ateliers de pintores, escultores e arquitectos, onde uma plêiade de artistas exerceu, e em alguns casos ainda exerce a sua actividade. E apesar de aí não se cultivar um ambiente de tertúlia artística, a verdade é que acabava por perpassar por todos que no local trabalhavam, o conhecimento daquilo que os outros faziam e das opções que cada um seguia no campo artístico e cultural, criando desta maneira um sentimento comum, que no mínimo tomava a forma de uma certa cumplicidade. Foi assim que vários percursos individuais foram acontecendo e assumindo a seu tempo o protagonismo que lhes era devido.

Por ter participado nessa vivência desde o tempo dos bancos da Escola Superior de Belas Artes (ESBAL) e ter tido a oportunidade de ser um observador privilegiado dessas trajectórias artísticas e da relevância do seu contributo no domínio das artes plásticas em Portugal, pareceu-me que seria importante tentar reunir os seus autores numa sequencia de mostras e partilhar assim com o público, e em particular com o da academia Universidade Lusíada, este microcosmo cultural que o Convento dos Marianos foi no passado sec, XX – projecto este que mereceu desde logo o amável e interessado apoio do Senhor Professor Doutor Ricardo Leite Pinto.

A ordem que se tem dado a essa sequência de exposições, não obedece a nenhum critério a não ser à amável disponibilidade dos artistas convidados.  De resto, face À dimensão das personalidades em causa, seria difícil encontrar outro critério no roteiro que a arte traçou neste lugar que não fosse este imperativo de dar disso conhecimento.
Rodrigo Ollero 

"“Graffiti, arte urbana e cultura visual contemporânea”, foi o título da conferência do Prof. Doutor Ricardo Campos, que decorreu, no Auditório 4 da ULL, no dia 18 de Abril de 2012. 

A conferência teve como base a sua tese de doutoramento apresentada à Universidade Aberta, intitulada "Pintando a cidade: uma abordagem antropológica ao graffiti urbano", onde o autor entendeu o graffiti como um fenómeno cultural, social e comunicacional. 

A sua apresentação foi dividida em três momentos:
  1. Origem sócio-histórica do graffito (vocábulo italiano que significa marca ou inscrição feita num muro ou parede, de forma ilegal);
  2. Contexto social e cultural do graffiti, fazendo uma breve descrição das duas grandes correntes deste movimento urbano – o europeu e o norte-americano, com fortes ligações à cultura do Hip-Hop;
  3. Graffiti (uma linguagem visual urbana) e cultura visual contemporânea onde é entendido como um artefacto cultural.
De referir que a edição comercial da tese, publicada com o título "Porque pintamos a cidade? : uma abordagem etnográfica do graffiti urbano" está disponível para consulta nos Serviços de Informação, Documentação e Internet da ULL.

Este evento foi organizado pelo Centro de Investigação em Território, Arquitectura e Design, na sequência do projecto de investigação "Materiais da Arquitectura", contando com a coordenação do Prof. Doutor Arqt. Rodrigo Reis Ollero das Neves."

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

As Roças de São Tomé... em Lisboa

Não sei se é por ter tido contacto com pessoas que estiveram 2 meses a fazer voluntariado em São Tomé, mas decidi partilhar este evento.

"Exposição Inventar(iar) as Roças de São Tomé e Princípe chega a Lisboa


“Inventar(iar) as roças de São Tomé e Príncipe” é uma exposição itinerante de arquitectura que percorre as antigas estruturas agrárias de cacau e café que nos séc. XIX/XX estiveram na base do desenvolvimento territorial, patrimonial e económico desta pequena colónia portuguesa. A mostra vai estar de 10 Março a 20 Abril no Pavilhão Preto do Museu da Cidade em Lisboa."
Este projecto vai ter o apoio da OASRS.




NOVO CARRO ELÉCTRICO PORTUGUÊS - Reportagem sobre o VEP da Escola Superior de Tecnologia de Viseu. Com este novo modelo de motor Eléctrico, podemos, com 1 Euro, andar 100 Kms.